"Tombe la neige Tu ne viendras pas ce soir Tombe la neige et mon coeur s´habille de noir" Aqui está solinho bom, mas fresco. Pede aos papás que coloquem as correntes para te levarem ao passeio. Bom fim de semana branco Beijão
A neve cai tapando as ruas Num manto corroído côr marfim Eu sigo só na multidão Para descobrir o homem que há em mim.
Deixei para trás a vida cheia de loucura Fechei a porta onde não mais quero entrar. Ando ao acaso pelas ruas da cidade Assobiando, mãos nos bolsos a sonhar.
Cai neve em Nova Iorque Há sol no meu país Faz-me falta Lisboa Para me sentir feliz
Não há mais pôr-do-sol Em Sunset Boulevard Cai neve em Nova Iorque Ninguém vai-me encontrar.
E foi assim que na 42nd Street Alguém me chama e oferece um cigarrinho. Muito obrigado, amigo, não Não vou fumar, Em Lisboa deixei esse caminho.
Deixei para trás a vida cheia de loucura Fechei a porta onde não mais quero entrar. Ando ao acaso pelas ruas da cidade Assobiando, mãos nos bolsos a sonhar.
Cai neve em Nova Iorque Há sol no meu país Faz-me falta Lisboa Para me sentir feliz
Não há mais pôr-do-sol Em Sunset Boulevard Cai neve em Nova Iorque Ninguém vai-me encontrar.
Cai neve em Nova Iorque Há sol no meu país Faz-me falta Lisboa Para me sentir feliz
Não há mais pôr-do-sol Em Sunset Boulevard Cai neve em Nova Iorque Ninguém vai-me encontrar.
"Tombe la neige
ResponderEliminarTu ne viendras pas ce soir
Tombe la neige
et mon coeur s´habille de noir"
Aqui está solinho bom, mas fresco.
Pede aos papás que coloquem as correntes para te levarem ao passeio.
Bom fim de semana branco
Beijão
Batem leve, levemente,
ResponderEliminarcomo quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.
É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...
Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.
Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
– Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!
Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho...
Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança...
E descalcinhos, doridos...
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!...
Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!...
Porque padecem assim?!...
E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na Natureza
– e cai no meu coração.
A neve cai tapando as ruas
ResponderEliminarNum manto corroído côr marfim
Eu sigo só na multidão
Para descobrir o homem que há em mim.
Deixei para trás a vida cheia de loucura
Fechei a porta onde não mais quero entrar.
Ando ao acaso pelas ruas da cidade
Assobiando, mãos nos bolsos a sonhar.
Cai neve em Nova Iorque
Há sol no meu país
Faz-me falta Lisboa
Para me sentir feliz
Não há mais pôr-do-sol
Em Sunset Boulevard
Cai neve em Nova Iorque
Ninguém vai-me encontrar.
E foi assim que na 42nd Street
Alguém me chama e oferece um cigarrinho.
Muito obrigado, amigo, não
Não vou fumar,
Em Lisboa deixei esse caminho.
Deixei para trás a vida cheia de loucura
Fechei a porta onde não mais quero entrar.
Ando ao acaso pelas ruas da cidade
Assobiando, mãos nos bolsos a sonhar.
Cai neve em Nova Iorque
Há sol no meu país
Faz-me falta Lisboa
Para me sentir feliz
Não há mais pôr-do-sol
Em Sunset Boulevard
Cai neve em Nova Iorque
Ninguém vai-me encontrar.
Cai neve em Nova Iorque
Há sol no meu país
Faz-me falta Lisboa
Para me sentir feliz
Não há mais pôr-do-sol
Em Sunset Boulevard
Cai neve em Nova Iorque
Ninguém vai-me encontrar.